terça-feira, 10 de março de 2020

Horário do 12 horas de 2020


Espetáculo Maria Negra = 12 Horas de Teatro- 2020




O grupo de teatro Artmanha existente a três anos em Marabá, apresenta o espetáculo Maria negra.
O espetáculo vem retratar a vida de três mulheres, respectivamente de classes, profissões e realidades diferentes. Elas narram através de suas vivencias o que é ser mulher negra na sociedade dos tempos atuais. Não deixando de enaltecer a luta das mulheres negras ao longo da história.
Na montagem temos três ambientes de acordo a profissão de cada mulher. No primeiro um cavalete com uma tela e um quadro em acabamento, este representa o ateliê de uma artista plástica que acaba de ganhar um prêmio importante para sua careira. No segundo temos uma mesa com canetas e outros matérias escolares, onde a atriz dará vida a nobre profissão das professoras brasileiras, batalhadoras e que nunca deixam de acreditar que a educação sempre é o melhor caminho para o povo. E por fim no terceiro ambiente uma bacia com roupas molhadas onda há esquecida mas não menos importante dona de casa lavara roupas para o sustento de sua família.
Traremos ao palco três cenários, sendo um ateliê, uma sala de aula e um local onde as mulheres de antigamente lavavam roupas uma espécie de igarapé e por trás destes ambientes  panadas nas cores preto e branco posicionadas na vertical.

segunda-feira, 9 de março de 2020

Companhia de Teatro ARUART



COMPANHIA DE TEATRO ARUART
 12 Horas de  Teatro  = 2020

 ESPETÁCULO “A VILA DESCABAÇADA”


A Vila Descabaçada conta estórias do cotidiano de vilas interioranas.
O enredo se inicia com um bêbado (Pelhanca), típico do interior, que perambula pela localidade, bebendo, conversando com todos. É ele quem observa os acontecimentos do local.
Há a vizinha fofoqueira, que se mete na vida de todos e comadre de Pelhanca. Esposa de Chalito, um homem que acaba sendo encantado pela Yara. Aliás, Yara é um dos personagens imaginários lendários, citados na estória, principalmente no diálogo de pelhanca e Chalito, quando este vai pescar em noite de lua cheia.
Na vila mora a família de Seu Vergulino, um homem caçador e rude. Casado com Chucheta, e pai de Virgilina do Fogo Aceso e de Carpina.
A confusão começa quando Virgilina vai encher água na beira do rio, em uma cabaça e um noivo apressado e atrasado para seu casamento, passa correndo e derruba a moça, “espocando” assim a sua cabaça.
Pelo mal entendido, os pais vão até a delegacia denunciar o fato e obrigar o cidadão a casar com Virgila, pois segundo as tradições, para ela não ficar desonrada.
Dessa forma acontece o casamento entre Virgilina do Fogo Aceso e Butelho Pinto, que antes disso, é dispensado por sua verdadeira noiva devido aos fuxicos de Wanderléia, a fofoqueira da vila.
No final do casamento Virgilina revela e desfaz o mal entendido, mas o casório sendo oficializado, decidem aproveitar o festejos. Nessa ocasião, Wanderleia dá por falta de seu marido preocupando a todos. E pelhanca, que estava atento ao ocorrido, revela- que Chalito foi encantado e levado pelo ser místico de Yara e que só quem poderia trazê-lo de volta e acabar com o encanto é o Pajé da vila.
O Pajé então é levado para desfazer o encanto, trazendo de volta Chalito, através de suas orações.
Todos se despedem e voltam para o aconchego de seus lares. Apenas Pelhanca permanece perambulando pela Vila, e dessa forma sendo encantado por Yara.



HISTÓRICO
Em Março de 2013, através de uma oficina teatral ministrada pelo diretor de teatro Marcos Vinícius, de São Sebastião da Boa Vista, na Escola Estadual Manoel da Vera Cruz, culminou com a criação do então Grupo Teatral Aruart. O mesmo só foi denominado Companhia de Teatro, no ano de 2015, sendo devidamente registrado. Tendo em seu histórico diversas apresentações e participações em Festivais de Teatro e Oficinas Teatrais, sendo o mesmo fazendo parte da Federação Estadual de Artes Cênicas – FACES.
Em 2013, a Companhia participou de seu 1º Festival de Teatro, ocorrido em Castanhal e no mesmo ano participou do projeto “12 horas de teatro”, no Teatro da Paz com o espetáculo “ A Vila Descabaçada”. No ano de 2014, ocorreu em Curralinho o Festival 12 horas de Teatro, onde o mesmo teve sua participação e ainda participou do Festival de Teatro de Tomé Açú, sendo premiado como “Melhor Atriz” neste Festival. No Projeto 12 Horas de Teatro de 2015, realizado no Centur, também estivemos presente. Em Castanhal, 2016, na ausência do Festival de Teatro, aconteceu o Oficinão de Teatro, onde nosso elenco e diretores fizeram parte. No ano seguinte participamos do Festival de teatro em Concórdia do Pará, tendo 3 indicações.
Em 2019, no município de Oeiras, participamos do Festival de Teatro – realizado pela Federação Estadual /FACES-  recebendo 3 indicações e sendo premiado nas seguintes categorias: melhor ator e atriz coadjuvante e melhor cenário, apresentando sempre o mesmo espetáculo “A Vila Descabaçada”.
Desde a criação em 2013, a Companhia apresenta em nosso município (Curralinho) e municípios vizinhos, o espetáculo “A Paixão de Cristo”.